12.2.09

Vira casaca

Oficialmente eu sou um switcher. Dia desses comprei um iMac para espanto de muitos que sempre me tiveram como um sujeito do PC. Depois de quase um mês (caso mês ainda seja escrito desta maneira), digo-lhes que a transição está completa. Apenas o facto de o equipamento ser extremamente silencioso já justificaria o esforço pecuniário, dado que o velho PC literalmente faz mais barulho do que a minha máquina de lavar roupa. O bom e velho PC agora faz barulho na sala, devidamente conectado à tevê, fazendo as vezes de um media center de pobre rodando Ubuntu. É tudo mundo bonito e elegante, mas, a estrela do pacote não é o Mighty Mouse. Não é o teclado fininho, não é a carcaça de alumínio e nem a tela gigante. O grande lance é o iPano. Dentro da caixa, dobrado com muito esmero e com a maçã discretamente estampada, o iPano é, sem sombra de dúvidas, o melhor pano que eu já vi na minha vida. O design arrojado, porém minimalista, faz com que o iPano tenha uma aura sofisticada que não condiz com a sua função primária que é a limpeza. Parece chique demais para ser usado como uma mera flanela ou perfex. Como a vida nos ensina em diversas ocasiões, as aparências de facto enganam: o iPano tem, como a grande maioria dos produtos da Apple, performance elevadíssima, é fácil de usar e é versátil. Com o iPano eu sou capaz de limpar o iMac, o teclado, o Mighty Mouse, óculos de sol, o meu iPod e a minha televisão nova sem nenhuma dificuldade. É a usabilidade dos panos levada ao extremo. Periga o iPano ser a melhor compra de 2009, tudo vai depender de como ele se comporta ao lustrar meus sapatos.

8.2.09

Check 123

Sempre começa com um teste, não? Pois bem.